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Contabilista é preso acusado de integrar esquema de notas fiscais frias

Contabilista é preso acusado de integrar esquema de notas fiscais frias

DA REDAÇÃO

6 de Outubro de 2007 às 15:23

Contabilista é preso acusado de integrar esquema de notas fiscais frias

FOTO: (Divulgação)

*A Polícia Fazendária de Vilhena investiga um esquema de falsificação de notas fiscais e de documentos do Ibama para facilitar a saída de cargas de madeira do Estado de Rondônia. Na última semana foi preso o contabilista Aroldo Martins Júnior, de 35 anos, apontado como um dos principais membros deste esquema, que envolve empresários de Rondônia e Mato Grosso. De acordo com a delegada Maria Mercês, madeireiros de Ariquemes, Vilhena e de cidades de Mato Grosso, como Nova Lacerda e Comodoro, estão sendo ouvidos pela polícia. *A Polícia Fazendária estava levantando informações sobre o uso de notas fiscais frias e Autorizações de Transporte de Produtos Florestais, ATPF, há algumas semanas. As suspeitas surgiram principalmente em função da rapidez que multas eram pagas por empresas de Ariquemes, quando cargas eram barradas no posto de fiscalização de Vilhena, além da grande quantidade de notas movimentadas pela empresa de Aroldo, a Rafael industria e Comércio de Madeiras. Na última semana foi emitido um mandado de busca par ao escritório dele, no centro de Vilhena, e no local foram encontradas ATPFs e diversos carimbos do Ibama. *Depois de preso Aroldo Martins se recusou a dar qualquer tipo de informação e disse que só falará em juízo. Ele está preso na Casa de Detenção de Vilhena, onde já teria cumprido pena por estelionato, segundo foi informado pela delegada. Maria Mercês explicou que o esquema do qual Aroldo faz parte tem o objetivo de garantir créditos para madeireiros de Rondônia para que possam retirar madeira serrada do Estado. Ele providenciava notas que comprovariam a entrada de madeira de Mato Grosso em Rondônia, o que abre créditos para a saída de madeira extraída ilegalmente no Estado. *Para isso usava ATPFs, clonadas ou então pertencentes a um lote furtado recentemente, e os carimbos de órgãos de proteção ambiental. De acordo com a delegada Maria Mercês, várias outras informações estão sendo checadas, entre elas a participação de ?empresários influentes? de Vilhena no esquema.

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