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Servidores da educação aguardam avança na 3ª rodada de negociações com o Governo

Servidores da educação aguardam avança na 3ª rodada de negociações com o Governo

DA REDAÇÃO

7 de Abril de 2010 às 17:46

Servidores da educação aguardam avança na 3ª rodada de negociações com o Governo

FOTO: (Divulgação)

 
 
A diretoria do Sintero se reunirá com representantes do governo nesta quinta-feira, dia 08/04, às 10 horas, na Procuradoria Geral do Estado, para a terceira rodada de negociações da pauta de reivindicação dos trabalhadores em educação.
 
A segunda rodada de negociações aconteceu nesta quarta-feira (07/04), quando a direção do Sintero e representantes dos municípios se reuniram com o procurador do Estado Ronaldo Furtado.
 
Na oportunidade o Sintero cobrou o enquadramento de professores e técnicos administrativos educacionais de acordo com a escolaridade e o tempo de carreira, conforme prevê a Lei nº 420/2008 (Lei do Plano de Carreira) como uma forma de melhorar o salário dos trabalhadores em educação e proporcionar garantias de carreira.
 
O procurador, por sua vez não tinha uma resposta para a categoria e manifestou a preocupação com a Lei Eleitoral. Parecer jurídico apresentado pelo Sintero ao governador João Caúla e reiterado na PGE, atesta que o cumprimento de uma lei que foi aprovada e sancionada há dois anos não contraria a Legislação Eleitoral.
 
Também na PGE a direção do Sintero destacou que o governo precisa apresentar uma proposta que contemple toda a categoria com reposição salarial, e não a concessão de uma gratificação que atende a uma minoria, ainda assim, com muitas restrições, como é o caso da gratificação de R$ 200,00 imposta pelo governo aos professores de 40 horas, com lotação de 26 aulas, sem direito a licença prêmio e que não tenha falta.
 
Ao final da reunião, que durou mais de duas horas, ficou confirmada uma terceira rodada de negociações nesta quinta-feira.
 
A direção do Sintero espera que nessa reunião o governo apresente uma proposta que atenda á categoria, que paralisou as atividades dia 11 de março. “Só dizer que não pode dar aumento não é negociação. Os trabalhadores em educação foram massacrados durante sete anos. Por isso não agüentam mais o arrocho salarial e a falta de condições de trabalho”, frisou Claudir Mata, presidente do Sintero.

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