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Governo discute com sindicatos nova proposta para a saúde sem riscos aos servidores

Por força de protestos e questionamentos à proposta de gestão compartilhada com as Organizações Sociais em Saúde(OSS), o Governo do Estado resolveu ouvir os representantes dos servidores. Na última sexta-feira (3) técnicos do governo se reuniram com sindi

DA REDAÇÃO

5 de Dezembro de 2011 às 08:56

Governo discute com sindicatos nova proposta para a saúde sem riscos aos servidores

FOTO: (Divulgação)

Por força de protestos e questionamentos à proposta de gestão compartilhada com as Organizações Sociais em Saúde(OSS), o Governo do Estado resolveu ouvir os representantes dos servidores. Na última sexta-feira (3) técnicos do governo se reuniram com sindicalistas, quando foi discutida a Minuta do Projeto de Lei nº 2.387/2011 (que regulamenta as OSS).
 Participaram da reunião os sindicalistas Caio Marin e sua diretoria (Sindicato dos Trabalhadores em Saúde - Sindsaúde), Willian Pasquale (Sindicato Médico - Simero), Paulo Durand (Sindicato dos Servidores do Executivo – Sintraer), e os assessores técnicos do governo, Sérgio Campos e Luiz Bandeira.
Para o governador Confúcio Moura, o modelo de gestão compartilhada (que é uma realidade em hospitais de referência nacional como o Sarah Kubitschek, em Brasília), é a solução para o caos na saúde de Rondônia, por garantir mais resultados, através de dedicação exclusiva, e mais qualidade no atendimento aos usuários do sistema público de saúde.
Já para os servidores, a mudança de gestão se apresenta como uma ameaça. O motivo são os alardes na mídia com anúncios de demissões. No entanto, na reunião entre os sindicalistas e representantes do governo, foi decidido por uma nova minuta do projeto de gestão compartilhada, com garantias aos servidores, e que deverá ser votada já nesta terça-feira (06), às 16h horas, na Assembleia Legislativa.
Seguem as alterações sugeridas pelos sindicatos:
1) Não irá ocorrer demissão para os servidores públicos;
2) Os contratos das empresas que irão prestar serviços para o Estado deverão apresentar as suas metas, sugestões e área de atuação;
3) Na contração da mão-de-obra dos profissionais deverão ser priorizado os funcionários do Estado, ou seja, todo profissional poderá ter vinculo com Estado e com as Empresas contratadas pelo Estado;
4) A implementação destes serviços acontecerá somente após a aprovação do Plano Carreiras, Cargos e Remuneração (PCCR), na Assembléia Legislativa do Estado.

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