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Famílias ribeirinhas recebem cestas básicas e água potável

Famílias ribeirinhas recebem cestas básicas e água potável

DA REDAÇÃO

12 de Março de 2015 às 13:06

Famílias ribeirinhas recebem  cestas básicas e água potável

FOTO: (Divulgação)

A Defesa Civil Municipal tem prestado socorro a dezoito famílias desabrigadas pelo aumento das águas do Madeira neste ano. Elas estão recebendo água potável e cestas básicas e se encontram instaladas em barracas improvisadas em regiões do baixo e médio Madeira. Além desses casos, em decorrência das inundações do ano passado, quase outras duas mil famílias em situação de vulnerabilidade social vêm sendo regularmente assistidas com os mesmos materiais.

De acordo com as informações passadas por Auricélia Cavalcante, assistente social da Secretaria Municipal de Projetos Especiais e Defesa Civil (Sempedec), a maior parte das famílias atingidas pela enchente de 2014 já retornou à normalidade e não necessita mais da assistência do poder público. “Mas há casos de localidades inteiras, como São Sebastião e Boa Fé, por exemplo, que precisam ser abastecidas de água potável constantemente. Em Cujubim ainda restam muitas famílias em estado de vulnerabilidade que estão sendo abastecidas com alimentação e água. Isso está ocorrendo também em Mutuns, Ilhas dos Veados, Cujumbizinho, São Miguel, Silveiras, Maravilha I e II e em outras localidades”, disse Auricélia.

A Sempedec emite um relatório a cada vinte dias, detalhando tudo o que é distribuído e por quem são recebidos os benefícios. O último relatório registra que no mês de março já foram distribuídos mais mil fardos de água. Para todos os casos cadastrados, praticamente, há distribuição de água em face das contaminações em lençóis freáticos. Com relação a cestas básicas, para a região do médio-Madeira, por exemplo, quase duzentas cestas foram já passadas a famílias em Cujubim, Cujubim Grande, Bom Jardim, Mutuns e Pau d’Arco. “É preciso esclarecer que somente são atendidas famílias em comprovada situação de vulnerabilidade social. Nessas localidades, assim como em todas as demais, há muitas pessoas que não se adéquam aos critérios requeridos para o recebimento dessa assistência. Algumas pessoas não entendem porque ajudamos a algumas famílias e a outras não, mas é porque seguimos os critérios recomendados para esses procedimentos”, explicou a assistente social.

Marcelo Santos, coordenador municipal da Defesa Civil, informou que recentemente o prefeito foi procurado por uma pessoa que alegou não estar chegando mantimentos em sua localidade. “Ocorre que os nossos relatórios comprovam que no dia 10 de fevereiro foram para São Miguel setenta e cinco cestas básicas e setecentos e cinquenta fardos de água. Então, muitas vezes, pessoas que não são os representantes cadastrados das comunidades divulgam informações improcedentes, mas nós temos registrado todo o acompanhamento da entrega dos mantimentos nos distritos. A cada vinte dias um novo relatório é emitido, comprovando o atendimento a todas as localidades designadas como aptas a receberem socorro”, afirmou, esclarecendo também que até o início da próxima semana dois mil fardos de água serão entregues em Jaci-Paraná, três mil em Abunã e mil cento e cinquenta fardos serão entregues na região de Calama e localidades próximas.

O material é adquirido por meio dos recursos repassados do Ministério da Integração ao estado, sendo que este os repassa ao município para que possa executar os atendimentos. “Esse recurso foi originado pelos estudos realizados pelo município em 2014, que demonstrou a quantidade de famílias necessitadas de assistências após o episódio que desencadeou o estado de calamidade pública em Porto Velho”, concluiu Marcelo Santos.

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