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Meninos de Ouro recebem apoio da CrediSis Leste

Meninos de Ouro recebem apoio da CrediSis Leste

DA REDAÇÃO

23 de Setembro de 2015 às 16:54

Meninos de Ouro recebem apoio da CrediSis Leste

FOTO: (Divulgação)

Todas as manhãs de sábado, das 8 às 10 horas, o esportista Jucélio Aparecido de Andrade, conhecido como Paraguai, se desloca ao campo de

futebol de seu bairro, o Vilage do Sol, em Cacoal, para dar aulas na Escolinha de Futebol Meninos de Ouro. Cerca de 25 garotos, com idade entre 8 e 16 anos já participam dos treinos e a procura por vagas é cada vez maior. Além do trabalho voluntário realizado por Paraguai, a escolinha contará a partir de agora com o apoio da cooperativa financeira CrediSis Leste. 

Morador do bairro há 20 anos, Paraguai decidiu atender aos pedidos dos garotos há três meses, assumindo o treinamento da equipe e criando a  Escolinha Meninos de Ouro. Paraguai, que ganha a vida como jardineiro, vê na escolinha uma forma de atrair os garotos para a prática de uma atividade física saudável, bem como de afastá-los de situações de risco social. Além disso, sonha em ver um de seus jovens atletas se destacando profissionalmente. “Ainda vamos descobrir um grande talento que vai brilhar em um time profissional”, disse.

Em três meses de atividade, Paraguai já consertou as traves do campo e comemora o apoio  da CrediSIS Leste, que resultou na compra de uniformes para os atletas. “O patrocínio da CrediSIS Leste está ajudando muito. Agora temos uniformes para participar de campeonatos municipais e regionais”, disse.

 O patrocínio também é comemorado pela garotada. Na opinião de Gabriel dos Santos Tinn, de 11 anos, a equipe ficou mais bonita. “Agora estamos organizados, as pessoas olham a gente jogando e sentem vontade de participar. Espero que continue chegando patrocínio para nosso time”, disse. Gabriel também destacou a importância das pessoas lutarem pelo que desejam. “Quero falar para os meninos que nunca desistam do seu sonho, porque eu não desisto do meu, que é ser jogador profissional de futebol”, afirmou.

O adolescente Sergio Paulo Silva Booner, de 13 anos, também quer ser jogador profissional. Ele frisou que não consegue ficar sem jogar bola e que já treinou em várias escolinhas. “Todo mundo que gosta, tem que tentar jogar, porque um dia pode estar lá em cima, como os outros jogadores profissionais”, aconselhou.

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