close

NOTA SINDSEF: Trabalhadores do executivo e do INSS pagam por um ônus que não lhes cabe

Confira a nota na íntegra

ASSESSORIA

2 de Maio de 2019 às 11:42

NOTA SINDSEF: Trabalhadores do executivo e do INSS pagam por um ônus que não lhes cabe

FOTO: (Assessoria)

Tomando como base o ano de 2016 e segundo o Ministério do Planejamento, a média paga aos inativos dos Poderes, naquele ano, foi de:

 

INSS: R$ 1.287.

EXECUTIVO: R$ 7.620.

JUDICIÁRIO: R$ 22.245

LEGISLATIVO: R$ 28.593

 

 

Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/brasil-41811535

 

 

Segundo cálculos da Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal (Anfip) citados pela CPI, a Seguridade Social apresentou em média saldo anual positivo de R$ 50 bilhões entre 2005 e 2016. Mas, quando o Governo retira desse montante da Seguridade social, o montante de 30% (DRU) PARA GASTAR COMO QUISER, aí realmente não tem dinheiro que cubra o rombo.

 

Então, fica claro que a Reforma da Previdência proposta pelo Governo, nada mais é do que uma forma de privilegiar os banqueiros e rentistas, em troca do aprofundamento da miséria do povo brasileiro, que perdem o direito a aposentadoria. Serão obrigados a trabalhar até que suas forças acabem e morrerão pagando por um benefício que jamais alcançarão.

 

Ao ampliar a idade mínima para homens e mulheres, todos terão que contribuir por 40 anos, para aposentar aos 65 anos.  Aí fica a pergunta – Que desfrute de aposentadoria esse brasileiro terá, se a expectativa de vida atual é de 75 anos? Ou seja, essa Reforma decreta o fim da aposentadoria.

 

Outro ponto que a reforma traz é o beneficio concedido para o idoso e deficiente em situação de miséria. Hoje, o benefício para esses brasileiros é de um salário mínimo. A reforma propõe R$ 400,00 (quatrocentos reais) a partir dos 60 anos, e só conseguirá obter o salário mínimo aos 75 anos. Certamente essa medida poderá aumentar o índice de idosos em miserabilidade no país.

 

O objetivo principal do Governo Bolsonaro é economizar mais de um trilhão em 10 anos, retirando direitos e benefícios dos trabalhadores e aposentados.

 

No entanto, se cobrasse os devedores da Previdência e combatesse a sonegação fiscal, com seriedade (500 bi); fizesse a Auditoria da Dívida Pública que o Brasil paga todos os anos, mas nunca diminui (1,4trilhão); acabasse com os privilégios nos poderes Legislativo e Judiciário e; acabasse com os programas de desoneração fiscal, certamente, apenas com esses pontos, o governo teria uma receita acima de 2 trilhões anualmente, e assim não haveria necessidade de sacrificar os já massacrados trabalhadores e aposentados desse pais.

 

Será que ao invés de sacrificar mais ainda trabalhadores e aposentados, o governo não deveria se preocupar com medidas para melhorar a produção e a riqueza do Brasil?

 

Trabalhador, agora é hora de lutar! Pressione os senadores e deputados a votarem contra a Reforma da Previdência.

MAIS NOTÍCIAS

PRIMEIRA PÁGINA
RONDONIAOVIVO TV
DESTAQUES EMPRESARIAIS
PUBLICAÇÕES LEGAIS
COLUNAS