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71 ANOS: Ato Ecumênico marca o Dia Internacional dos Direitos Humanos em Porto Velho

A manifestação começará às 17 horas, em frente a Igreja Catedral, no centro da cidade

RONDONIAOVIVO

9 de Dezembro de 2019 às 16:42

71 ANOS: Ato Ecumênico marca o Dia Internacional dos Direitos Humanos em Porto Velho

FOTO: (Divulgação)

Um ato ecumênico acontece nesta terça-feira (10), às 17 horas, em frente à Igreja Catedral, localizada na rua Dom Pedro II, no centro de Porto Velho, e marca as celebrações do Dia Internacional dos Direitos Humanos, em nossa cidade. O evento é em comemoração aos 71 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos, e, visa denunciar as violações a esses direitos, no território da arquidiocese de Porto Velho.

 

Após o ato, haverá uma passeata até a Igreja São Francisco de Assis, que fica na esquina das avenidas Campos Sales e Pinheiro Machado, também no centro da capital. No local, às 18:15, será realizada uma celebração ecumênica. A manifestação contará com a participação de representantes de outras denominações religiosas.

 

O que é a Declaração Universal dos Direitos Humanos?

 

Em 10 de dezembro de 1948, a Organização das Nações Unidas promulgava a Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH). Era uma resposta imediata às atrocidades cometidas nas duas guerras mundiais, mas não só isso.

 

Era o estabelecimento de um ideário arduamente construído durante pelo menos 2.500 anos visando a garantir para qualquer ser humano, em qualquer país e sob quaisquer circunstâncias, condições mínimas de sobrevivência e crescimento em ambiente de respeito e paz, igualdade e liberdade.

 

O caráter universal constituiu-se numa das principais novidades do documento, além da abrangência de sua temática, uma vez que países individualmente já haviam emitido peças de princípios ou textos legais firmando direitos fundamentais inerentes à condição humana.

 

O caso mais célebre é o da Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão, firmada em outubro de 1789 pela França revolucionária.

 

Com um preâmbulo e 30 artigos que tratam de questões como a liberdade, a igualdade, a dignidade, a alimentação, a moradia, o ensino, a DUDH é hoje o documento mais traduzido no mundo — já alcança 500 idiomas e dialetos.

 

Tanto inspirou outros documentos internacionais e sistemas com o mesmo fim quanto penetrou nas constituições de novos e velhos países por meio do instituto dos princípios e direitos fundamentais. Na Constituição brasileira de 1946, os direitos fundamentais já eram consignados, mas é na Carta de 1988 que se assinala a “prevalência dos direitos humanos”.

 

Com informações da Agência Senado

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