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CONDENAÇÃO: Justiça nega instauração de insanidade mental a acusado de matar e roubar taxista

Alessandro é acusado do assassinato do taxista septuagenário Manoel Orlandino Lemos Farias a facadas para roubar dinheiro e um celular.

RONDONIAOVIVO

9 de Julho de 2018 às 11:33

CONDENAÇÃO: Justiça nega instauração de insanidade mental a acusado de matar e roubar taxista

FOTO: (Divulgação)

Os advogados de defesa do desocupado Alessandro Gomes Linhares, 29 anos, requereram junto ao Juízo da 3ª Vara Criminal de Porto Velho com um pedido de instauração de incidente mental para tentar livrá-lo de uma possível condenação pelo crime de latrocínio, cuja pena mínima é 20 anos de prisão.

 

Alessandro é acusado do assassinato do taxista septuagenário Manoel Orlandino Lemos Farias a facadas para roubar dinheiro e um celular. O assalto aconteceu a rua Tambaqui com Matrinchã, bairro Lagoa, e acabou sendo detido por populares quando tentava fugir, nas imediações do bairro Agenor de Carvalho.

 

O acusado seria portador de esquizofrenia, o que, certamente o livraria da condenação. Após ouvir o Ministério Público, o  Juízo negou o pedido em decorrência da não apresentação do laudo de uma consulta feita pelo acusado no CAPS – Centro de Acompanhamento Psicossocial.

 

Segundo o juiz, Edvino Preczviski, em sua decisão, “(...) Não há prova alguma nos autos indicando dúvida razoável sobre a integridade mental do requerente/acusado e o exame de sanidade mental”.

 

O magistrado disse ainda que, baseado na manifestação da Promotoria, “o acusado defendeu-se da imputação com bastante desenvoltura durante os interrogatórios realizados nas fases policial e judicial, comportamento este incompatível com o de uma pessoa que não entende o caráter criminoso do fato praticado”.

 

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