Segunda-Feira , 14 de Dezembro de 2009 - 8:42
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Duas mulheres morreram vítimas de um acidente ocorrido na madrugada deste domingo, na avenida Rio de Janeiro, bairro Lagoinha, a 200 metros da avenida Guaporé, setor Leste de Porto Velho.
Os corpos foram identificados pela polícia como sendo de Adriele Farias Oliveira, 19 anos, condutora do automóvel modelo Fox de cor vermelha e a passageira Érica Oliveira da Silva, 20 anos.
Foi apurado que elas trafegavam sentido avenida Guaporé, quando Adriele perdeu o controle da direção, subiu na calçada e chocou-se violentamente contra o poste da rede de alta tensão.
A violência do impacto foi tanta que o poste foi ao chão e o carro ficou totalmente destruído. As mulheres morreram no local. Adriele teve um dos braços arrancado e lançado sobre a pista, de acordo com os policiais que atenderam a ocorrência.
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Fonte: Guajaraemcimadanoticia.com
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ARTUR QUINTELA - 15/12/2009
Realmente, fatos lamentáveis como esse podem ser evitados. Podem e devem. Mas não é a embriaguez alcoólica que serve como justificativa. O adensamento da massa humana leva a sensações que vão da alegria fugaz à euforia. Quando os jovens se encontram, unem as alegrias esfuziantes de suas precocidades, que os conduz à euforia. E este estado também é embriagante. Não é meramente o álcool. Todos os pais – comprometidos, deveras – sabem que seus filhos passam por fase em que a energia transborda. Todos nós – os mais maduros – já tivemos essa fase. Não há como contorná-la, a não ser que estejamos doentes. E isso ninguém quer para os filhos. Quando a alegria transforma-se em euforia, o descontrole acontece, quase que naturalmente. E ocorrências como essa, infelizmente para ambas as partes – vitimas e famílias – leva ao trauma nunca mais olvidável. Lamento pelas meninas, uma das quais, filha de uma amiga que ainda se viu na dolorosa missão de conduzir seu corpo para a cidade de origem, no nordeste brasileiro. Dores que se somam, tomando vulto imenso e incontrolável. Dores infindáveis, que acompanharão as famílias pelo resto de suas vidas. Infelizmente, há de se concordar que na zona rural essas tragédias são muito mais raras. O urbanismo, com suas facilidades e “velocidades” cria um ambiente propício para eventos assim.
Shirley - 14/12/2009
É uma pena duas jovens perderem a vida assim. Pessoal fica o alerta, se beber nao dirija, parece bobagem, mas é a pura realidade, vamos curtir a vida, vamos aproveitar nossa juventude mas com consciencia, nao vamos facilitar pra morte. Ser jovem nao significa que podemos fazer tudo o que queremos e da nossa maneira, ser jovem significa que temos toda liberdade do mundo mas que precisamos aprender a usa-la. Em algum lugar eu li que a liberdade deve ser limitada pra ser possuida, isso so quer dizer em outras palavras, que temos que ter responsabilidade para nao colocar a nossa vida em risco e a de outras pessoas tambem. Abraços
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