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Trabalhadores em educação decidem entrar em greve em todo o Estado a partir de quinta-feira, dia 11/03

Segunda-Feira , 08 de Março de 2010 - 13:55

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Reunidos em assembléias em todas as Regionais do Sintero os trabalhadores em educação do Estado decidiram paralisar as atividades a partir de quinta-feira, dia 11 de março.
 
A paralisação é um protesto da categoria contra o descaso e a falta de respeito do governo do Estado para com a educação, e também reflete a revolta de professores e técnicos pelo arrocho salarial imposto pela administração estadual aos servidores públicos.
 
Durante a assembléia a secretária de Estado da Educação, Marli Caúla, enviou ao Sintero uma proposta que consiste em aumento salarial linear de 4% para todos os servidores públicos, e uma gratificação de R$ 200,00 para os professores. A proposta foi imediatamente rejeitada pelos trabalhadores em educação.
Desde o início do primeiro mandato de Ivo Cassol, em janeiro de 2003, até fevereiro de 2010, a inflação medida pelo INPC do IBGE foi de 49,84%. Neste mesmo período houve apenas três reajustes: de 10% em abril de 2004, 5% em abril de 2006 e 4% em duas parcelas em fevereiro e maio de 2008.
 
Com isso os servidores acumulam perda inflacionária de 24,74%, apenas no mandato de Cassol. Em 2003 um professor ganhava 7 salários mínimos, mas hoje ganha 3 mínimos devido ao achatamento salarial. Da mesma forma, as merendeiras, as zeladoras e os demais técnicos ganhavam 3 salários mínimos, e hoje ganham um salário mínimo.
Em Porto Velho a categoria se reuniu em assembléia na sede do Sintero, de onde saiu em passeata pelas ruas do centro da cidade. Após um ato público na Avenida 7 de Setembro, principal centro comercial da Capital, os trabalhadores em educação se dirigiram ao Palácio do Governo, onde manifestaram todo o repúdio à intransigência do governo.
 
Assembléias e manifestações também aconteceram nas sedes de todas as Regionais do Sintero, em Guajará-Mirim, Ariquemes, Jaru, Ouro Preto D’Oeste,m Ji-Paraná, Presidente Médici, Cacoal, Rolim de Moura, Pimenta Bueno e Vilhena.

Fonte: Assessoria

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  • Pedro de alcantara nogueira - 09/03/2010

    Quem é contra essa greve é por q com certeza não é Professor ou então se deixa passar por ridiculo, atrazado e não tem conhecimento algum dos problemas por q passam os servidores do estado; Grças ao bom Deus consegui um outro emprego como funcionário da Caixa Econômica, pois ser professor se tornou algo vergonhoso, onde se tem até vergonha de se chegar a um estabelecimento comercial e falar q é um Professor; Rogo a Deus q Abenções esse pessoal q tanto da si e não tem retorno algum, apenas o tratamento de vagabundos e outras coisas mais, tanto pelo lado do Governo quanto de uma parcela significativa da sociedade;Peço por favor tenham mais amor a si próprio e procurem mudar de emprego pois o de professor nesse estado chegou ao fundo do poço. Q Deus abençõe os Professores de Rondônia!!!

  • moises - 08/03/2010

    o cidadão que fez o 1º comentário está super equivocado, primeiro por que em qualquer País de 1º mundo a Educação está em primeiro lugar e infelizmente em nosso País, nossos governantes não dão valor nenhum em nossos Professores!!!... E é por isso que nosso País sofre tanto por falta de Cultura.

  • ANTÔNIO CARLOS - 08/03/2010

    QUEM MANDA NÃO ESTUDAR!!!! MINHA MÃE SEMPRE FALA: "ESTUDA MEU FILHO, SENÃO VOCÊ VAI ACABAR VIRANDO PROFESSOR"

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