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Policial Federal nega agressão a dono de cabaré em Guajará Mirim

Policial Federal nega agressão a dono de cabaré em Guajará Mirim

DA REDAÇÃO

23 de Setembro de 2008 às 19:39

 Policial Federal nega agressão a dono de cabaré em Guajará Mirim

FOTO: (Divulgação)

Uma suposta agressão a um dono de cabaré por um agente de Polícia Federal, na madrugada desta terça-feira em Guajará Mirim, município rondoniense na fronteira com a Bolívia, será objeto de uma investigação disciplinar-administrativa pela corregedoria da instituição.
 
De acordo com o Boletim de Ocorrência 2997/2008, o agente federal Alessandro da Conceição Ribeiro, teria agredido o proprietário do “Bar do Gago”,  Valdivino Ferreira Maia, 63 anos durante discussão sobre a permanência de uma mulher no ambiente de baixo meretrício.
 
O departamento de Polícia Federal em Rondônia, através de seu superintendente, delegado Ney Ferreira de Souza, em contato com o Rondoniaovivo disse que segundo versão de Alessandro, o mesmo teria chego de madrugada no bordel acompanhado de uma mulher, onde após alguns minutos no ambiente, teria sido chamado a atenção pelo proprietário, que alegava que não era permitida a presença de mulher que não fosse da casa de prostituição.
 
A mulher que acompanhava o policial teria se retirado do bar sozinha. Quando Alessandro chegou na rua, viu que a mesma estava em discussão com Valdivino. O policial se aproximou e tentou intervir na discussão, momento que supostamente o dono do bar teria feito menção de agredir a mulher. O PF teria dado um empurrão no proprietário.

Ato contínuo, Alessandro foi agredido com um murro aplicado por trás, que teria sido dado pelo policial civil Sérgio da Cruz. O PF entrou em luta corporal, lesionando e imobilizando o policial estadual.

 Ainda segundo relato de Alessandro, uma turba de cerca de 20 pessoas já avançava em sua direção. Para garantir sua integridade física, sacou a pistola e fez três disparos de advertência para o alto, identificando-se como Policial Federal, momento em que conseguiu entrar no veículo e sair do local.

 O caso também é investigado pela delegacia de Polícia Civil de Rondônia em Guajará Mirim.

 
*Aos leitores, ler com atenção*

Este site acompanha casos policiais. Todos os conduzidos são tratados como suspeitos e é presumida sua inocência até que se prove o contrário. Recomenda-se ao leitor critério ao analisar as reportagens.

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