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Policia Federal divulga nomes de presos na Operação Tânatos

Policia Federal divulga nomes de presos na Operação Tânatos

DA REDAÇÃO

19 de Dezembro de 2008 às 17:30

Policia Federal divulga nomes de presos na Operação Tânatos

FOTO: (Divulgação)

Em entrevista coletiva  na sede do Departamento de Policia Federal de Rondônia na tarde desta sexta-feira, a Força-Tarefa Previdenciária, composta pela  Polícia Federal e pelo Ministério da Previdência Social, divulgaram os nomes de quatro pessoas das sete presas na operação policial.
Frank Mendonça, sua esposa Cristina Mendonça e seu irmão Franco Mendonça e ainda o suposto falsário Nelson Ney tiveram prisão preventiva decretada. Um outro integrante da quadrilha também está preventivado, porém seu nome não foi divulgado.
Dois funcionários do INSS que facilitavam o esquema criminoso tiveram prisões temporárias decretadas, mas também não tiveram nomes divulgados para não atrapalhar as investigações.
De acordo com o delegado Marcelo Toledo, chefe da delegacia de crimes previdenciários a fraude consistia em obter fraudulentamente os benefícios previdenciários de pensão por morte e auxílio-reclusão mediante o uso de documentos falsos, com a conivência de servidores públicos.
Neusa Peixoto Campos da APE – Assessoria Pesquisa Estratégica do INSS disse que esta operação faz parte de um termo de cooperação técnica entre o Ministério da Previdência Social e a Polícia Federal para combate a quadrilhas organizadas que agem com a conivência de funcionários do órgão.
“Esta é a 42ª operação deste ano. Foram cumpridos 538 mandados de busca e apreensão e 321 prisões em 2008” destaca Neusa, complementando que “infelizmente  destes presos, 77 eram funcionários do INSS”.
As operações em conjunto entre a PF e o INSS aconteceram em 16 estados e no Distrito Federal e tiraram de circulação quadrilhas que deram prejuízos no valor de R$200 milhões ao tesouro nacional.
*Aos leitores, ler com atenção*

Este site acompanha casos policiais. Todos os conduzidos são tratados como suspeitos e é presumida sua inocência até que se prove o contrário. Recomenda-se ao leitor critério ao analisar as reportagens.

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